Eu Não Existo Sem Você

No Gravatar
Show em 26/11/2011 - Por: Diego Rabatone Licença Creative Commons CC-BY-SA

Show em 26/11/2011 - Por: Diego Rabatone Licença Creative Commons CC-BY-SA

Oswaldo Montenegro

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você

Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você

Share

,

1 Comentário

“Artistas x Universitários” ? – Breves comentários sobre a campanha “Tempestade em copo d’água”

No Gravatar

“Artistas x Universidade” (http://scienceblogs.com.br/discutindoecologia/2011/11/usina-de-belo-monte-artistas-x-universidade/)….esse é o título do post que, aparentemente, primeiro divulgou da campanha “Tempestade em copo d’água” (http://www.youtube.com/watch?v=gVC_Y9drhGo).

Tive contato com ele alguns dias antes de “cair no facebook”, e fiz minhas considerações sobre o mesmo – afinal, acho que é isso que se espera de qualquer pessoa, fazer uma análise crítica das informações, seja do movimento dos “globais” ou dos “universitários”.

A começar que é partir de um princípio medíocre (no sentido de ser médio) se manifestar/mobilizar partindo da contraposição aos “artistas” quando o foco deveria ser o tema em si (Belo Monte). Mas… enfim… essa é a nossa sociedade, sempre personalista, sem discutindo o que não tem que ser o foco, sempre na superfície das coisas.

Recomendo entrarem no blog e participarem da discussão que está acontecendo por lá.

Segue abaixo meu comentário postado no blog referido:

Caros,

primeiramente gostaria de parabenizá-los por levantar esse debate.

Mas tenho algumas críticas ao vídeo.

Vocês comparam a área que será alagada com a área que é devastada diariamente hoje, e usam esse argumento praticamente para dizer que “a área alagada será insignificante”. Acho esse argumento péssimo. Não é porque temos um grande problema (devastamento para agroindústria) que problemas menores podem ser aceitos sem críticas/questionamentos.

Além disso, o impacto dos alagamentos não se dá apenas pelo tamanho da área a ser alagada, mas também pelo que há nessa região, e pelo impacto das áreas que deixaram de receber o fluxo do rio como é hoje.

Outro ponto é que vocês colocam que a usina será a 3a em potencial energético, mas na verdade ela será apenas 3a em potencial instalado. São coisas bem diferentes.

Seu aproveitamento médio será consideravelmente baixo e, mais do que isso, na época em que mais temos problemas de abastecimento energético no país ela pouco contribuirá, sua maior contribuição para o sistema integrado nacional se dará fundamentalmente nas épocas em que temos maior abundância de energia.

Considerando ainda que ela produzirá, em média, cerca de 4200Mw/h, existem sim alternativas viáveis à sua construção.

Estudos mostram que se utilizássemos o bagaço de cana que é descartado no Brasil para transformá-lo em energia, nosso potencial seria de aproximadamente 4200Mw/h. Ou seja, resíduos que descartamos hoje poderiam ser utilizados para gerar a mesma energia que Belo Monte irá gerar em média. E ainda ter-se-ia a vantagem de poder fazer essa instalação mais próxima dos centros consumidores (reduzindo perdas com transmissão) e seria mais fácil gerenciar em qual época do ano essa energia seria utilizada.

Enfim, esses são só alguns pontos que achei relevantes tocar.

Por fim, gostaria de sugrir a vocês, e pedir que ajudem-nos a divulgar, um debate que realizamos (nós = Escritório Piloto da Escola Politécnica da USP) sobre Belo Monte com dois professores da EPUSP e mais o Prof. Célio Bermann, do IEE-USP, um dos responsáveis pela produção de um relatório de análise crítica do projeto da usina e do EIA/RIMA da mesma.

http://escritoriopiloto.org/artigo/debate-belo-monte

Neste link vocês encontraram as apresentações feitas e também os vídeos do debate. Sei que são razoavelmente longos, mas vale MUITO à pena assisti-los, tem muita informação técnica concreta (diferente do “movimento gota d´água)….

Abraços universitários!

Share

, , , , , , ,

2 Comentários

Dados sobre a segurança na USP

No Gravatar

Em maio de 2011 a USP assinou um acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), prevendo a intensificação da atuação da Polícia Militar no Campus da USP. No último mês de outubro, após uma série de conflitos e manifestações, foi divulgado na mídia que “crimes na USP caem 92% após o convênio“.

Este é um post para questionar esses dados, ou a forma como eles são lidos, e mostrar que a intensificação da PM no Campus não alterou tanto assim a realidade da segurança da universidade. Dos 6 meses do convênio, o único que realmente teve alguma diferenciação dos anos anteriores foi o mês de setembro. Todos os outros meses ou estão no mesmo patamar dos anos anteriores ou até mesmo maiores que nos anos anteriores.

Esses dados foram retirados do site oficial da Guarda Universitária da USP.

Share

, , , , ,

3 Comentários

Projeto de Lei de Acesso à Informação aprovado no Senado

No Gravatar

O Senado Nacional Brasileiro votou hoje o relatório e projeto substitutivo do Senador Fernando Color de Melo e, em seguida, o Projeto de Lei de Acesso à Informação Pública.

O relatório do Senado Color, que tentava instituir sigilo eterno a documentos e a não obrigatoriedade de divulgação das informações (além de outras coisas) foi veementemente rejeitado (41 votos contrários, 9 favoráveis e 0 abstenções). O Senador Color ainda tentou, após a rejeição, inserir dois artigos no PLC original tentando manter estes dois pontos críticos de seu relatório, mas tal proposta foi novamente rejeitada e, em seguida, finalmente, o PLC 41/2010 foi aprovado pelo Senado Federal.

Dessa forma, o a Lei de Acesso à Informação Pública, que foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 2010, também foi aprovado pelo Senado Federal, seguindo agora para sanção da Presidência da República para entrar efetivamente em vigor 180 dias após essa aprovação.
Vale ressaltar que a Presidenta Dilma já havia se comprometido publicamente, diversas vezes, pela aprovação desse projeto.

Como bem disse o Senador Ranfolfe Rodrigues, demos um grande e efetivo passo em direção à efetiva Redemocratização do Brasil.

Um Viva à Liberdade de Acesso à Informação!!! =)

Mais info: http://artigo19.org/?p=442

http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2011-10-23_2011-10-29.html#2011_10-25_18_01_08-9961110-0

Share

, , ,

Nenhum comentário.

1a Conferência de Engenharia da USP – Parte 1

No Gravatar

Hoje começou a “Primeira Conferência de Engenharia da USP”, que vai até amanhã.

São dois dias para discutir Engenharia e seu papel na sociedade – falando de forma beeeeem ampla.

A organização dessa primeira conferência está focando a discussão em “Sustentabilidade”. Abaixo segue o meu relato da primeira parte (manhã de hoje – 25-10-2011).

Ah, vou deixar meus comentários destacados em negrito…..

Composição da Mesa:
Prof. João Fernando de Oliveira – Presidente/Diretor do IPT  (representando Jorge Almeida Guimarães, presidente da CAPES)
Prof. Marco Antônio Zago – Pró-Reitor de Pesquisa da USP
Prof. José Roberto Cardoso – Diretor da Escola Politécnica da USP
Prof. José Castilho Piqueira – Vice-Diretor da Escola Politécnica da USP

Convidados presentes:
Prof. Flávio Ulhoa Coelho – Diretor do IME-USP
Nilson Dias Vieira Junior  – Superintendente do IPEN
Capitão Hélio Meira dos Santos (Marinha)
Vice-Almirante Luiz Guilherme (Marinha)

A abertura foi feita pelo Prof. Piqueira:
Falando sobre o mercado de engenharia ele comentou que em 1974, quando se formou em Engenharia na USP São Carlos, a Engenharia estava “em alta” e o conseguir emprego era fácil.
Já no período de 1985 a 2000 a engenharia perdeu sua participação nas ações importantes do país, saindo do papel central do desenvolvimento em virtude de um modelo de trazer tecnologias de fora do país.
À partir dos anos 2000 a engenharia voltou à cena com o surgimento de construtoras grandes e pequenas, com a Embraer, VASP e outras tantas, e percebeu-se que não existe progresso sem engenharia.
Hoje diz-se que faltam engenheiros, que o Brasil precisa “disso e daquilo”, mas esses problemas (falta de engenheiros) não serão resolvidos “numa penada”, é preciso retormar o progresso de uma maneira coordenada, pensando muito na formação dos professores e profissionais.
Ele colocou também a pergunta “Quais são os grandes problemas do mundo hoje?”.
Os principais problemas por ele elencados foram: Energia, Água, Meio Ambiente, Saúde, e, principalmente, a democratização da qualidade de vida.
E ele completou dizendo que a engenharia é fundamental para resolvê-los.
Em seguida ele disse que foi por isso que ele e os Professores Vanderlei John (Civil-Poli), Ivan Falleiros (PMT-Poli) e Henrique Rosenfeld (Produção – São Carlos), com a ajuda da pró-reitoria de pesquisa, resolveram aceitar o desafio e trazer as principais autoridades do país para falarem sobre as coisas úteis da engenharia para fazer um debate construtivo sobre a engenharia do país.
Ele encerrou com agradecimentos especiais aos Professores Vanderlei John, Ivan Falleiros, José Roberto Cardoso, Henrique Rosenfeld e Nakao.

Em seguida a palavra foi passada ao Prof. José Roberto Cardoso:
Ele começou expondo alguns números da Engenharia no Brasil.
Em 2010 foram abertas 180 mil vagas em engenharia no país, sendo que apenas 150mil foram preenchidas.
Entraram 150 mil estudantes em cursos de engenharia, e se graduaram apenas 30 mil.
Existem 30 mil (ou 130mil? Perdi o número…)  estudantes de engenharia hoje no país.
Não existe profissão de tão baixo rendimento de egressos, “temos apenas 20% de rendimento” (sic).
É preciso rediscutir as técnicas de ensino para reverter este quadro.
60% do contingente de alunos abandonam o curso no final do segundo ano.
A presença feminina também é algo que peca na engenharia. No brasil inteiro as mulheres são apenas 14%, na EPUSP elas são aproximadamente 25%.
Achei muito legal ele destacar essa questão com tanta ênfase, porém não vejo, na Poli (e em nenhum outro lugar), ações concretas para mudar essa realidade. Ainda vivemos num poço de machismos e autoritarismos – seja por parte de estudantes, centros acadêmicos e afins, seja por parte dos docentes. Isso pensando em graduação. Se for pensar em pós-graduação e docência é pior ainda, visto que não existe qualquer tipo de iniciativa para, por exemplo, permitir que elas constituam uma família – um homem quando quer ter filh@ é fácil, para a mulher é MUITO diferente).
Isso é importante pois está provado que com a inserção da mulher no mercado a qualidade do mercado melhora.
Em contraposição ao meu elogio à citação da questão, este ponto reduz a participação da mulher “ao mercado”, o que eu acho péssimo! Tem muito mais questões envolvidas.
No segundo semestre de 2010 ingressaram no país 22.500 estrangeiros com visto de trabalho, sendo aproximadamente 15mil engenheiros.
30% dos engenheiros no Brasil trabalham para a Petrobrás.
Na pós-graduação foram titulados, no Brasil, 10.500 doutores (a pós está melhor que a graduação), sendo 1500 nas engenharias.
Uma das grandes preocupações é a reestruturação dos cursos de engenharia, e a EPUSP está num momento de repensar sua Estrutura Curricular.
A Poli tem hoje 16 modalidades, com o total de 17 cursos, de engenharia.
Os engenheiros da Poli saem muito especializados, seguindo um conceito introduzido na década de 70. Na época falava-se do “engenheiro saindo produzindo”.
Em nossa área temos o Engenheiro de Telecomunicações, de Energia e Automação, de Automação e Controle. Será que é necessária tanta especialidade? Será que não é melhor pensar num engenheiro mais generalista?
Já está provando que aquele engenheiro com conhecimentos mais abrangentes é mais inovador.
Por exemplo a IBM é notoriamente uma das maiores especialistas em computadores, mas a invenção do microcomputador foi feita numa garagem, e não dentro dela.
A AT&T sempre foi uma das maiores especialistas em telecomunicações, mas não foi quem lançou o primeiro celular.
A especialização é inibidora da inovação.
A ideia é promover uma “formação em T”, com uma formação abrangente e posteriormente se focar numa determinada especialidade.
Empreendedorismo e Administração não são coisas natas do ser humano, são coisas que se aprende. Existem exemplos emblemáticos, na EPUSP, de estudantes que tiveram grandes ideias e produziram grandes empresas. Precisamos incentivar isso, orientando-os em como fazer isso.

O próximo a falar foi o Professor João Fernando de Oliveira (IPT), representando o presidente da CAPES:
Ele começou expondo que a situação atual do brasil com relação à recursos humanos e a formação desses está ruim.
Ele colocou que a inovação depende muito da disposição e vontade dos jovens, e que hoje, no Brasil, não se consegue motivar os jovens.
Em suas aulas o Prof. João Fernando tem tentado técnicas diferentes, partindo de ações práticas para depois trazer a teoria sobre aquela prática.

Em seguida a palavra foi passada ao Prof. Zago, Pró-Reitor:
Na universidade as discussões predominante se dão em torno de atividades meio (carreira dos professores, funcionários, salários e afins). As atividades fins não estão no centro das discussões da universidade. Por isso a organização das Conferências USP, para que essas discussões sejam feitas dentro da universidade e não num hotel de luxo longe da mesma. Essas discussões tem que estar no dia-a-dia da universidade. O que dizer da tal “INOVATEC” organizada pela “Agência USP de Inovação” – http://www.feirainovatec.com.br/
Já foram realizadas conferências da química, direito, medicina, administração e outras. Até o final do ano serão, ao todo, 10 conferências, e no início do ano que vem será organizada a 11a, que será ampla (para toda a universidade) e terá como temática  “O mar”.
A proposta é que as conferências sejam anuais.
O problema do Brasil hoje é o Ensino Médio/Fundamental, e não o Universitário. E isso não foi resolvido.
O Brasil sofre hoje pois não está formando pessoas qualificadas (em todas as áreas técnicas do Ensino Superior) para sustentar o desenvolvimento do país. E não só o Brasil, mas o estado de SP também.
Muito se fala da formação de doutores (tomando como exemplo guia para debater o assunto).
Inegavelmente houve um grande progresso, o Brasil forma hoje 75% dos doutores da AL, incluindo o México. No entanto, são apenas 56 doutores por milhão de habitantes no Brasil, e 110 por milhão no Estado de são Paulo. A Alemanha forma 300 doutores por milhão de habitantes. É preciso que melhorar muito.
O Plano Nacional de Pós-Graduação tem um “wishifull thinking” que em 2020 seriam formados 20 mil doutores. Para tanto, hoje seria necessário ter um ingresso de cerca de 25mil doutorandos – considerando que sempre existem baixas, mas hoje são apenas 8 mil.
Além disso é fundamental uma ampliação das infraestruturas, é impossível crescer mais sem aumento e melhoria de infraestrutura.
Esse é só um exemplo, e que mereceria uma conferência própria.
Já, com relação à pesquisa, é preciso entender que a engenharia ocupa uma posição central, caso deseje-se que o Brasil tenha como base de seu desenvolvimento a ciência, a tecnologia e a inovação.
Hoje o desenvolvimento brasileiro é fundamentalmente o desenvolvimento da agropecuária. E isso se deve em especial à inovação feita pelas universidades, principalmente a ciência da USP por meio da ESALQ – incluindo ai o desenvolvimento feito pela EMBRAPA dentro da ESALQ.
Ele coloca ainda que a engenharia e a ciência brasileira (física, mat, etc) são fundamentais para que se tenha desenvolvimento.
Fazendo um comparativo entre Brasil e China, é muito comum as pessoas se referirem à China como produtora de produtos piratas.
Mas, quando se olha a lista “top” de produções científicas – e aqui não está se falando de patentes, mas de artigos em revistas de circulação internacional – a engenharia do Brasil aparece como 5a da lista, sendo medicina a 1a e computação em 9a.
Já na China, primeiro vem engenharia depois astronomia (2a), matemática (3a) e ciência de computação (4a).
Este panorama deve ser observado e fica claro que o Brasil não terá um desenvolvimento tecnológico se não houver desenvolvimento de ponta nas universidades. A universidade tem o papel de formar o profissional do mercado imediato mas, além disso e principalmente, tem o papel de fazer o desenvolvimento tecnológico de base necessário para o futuro.
As pessoas da Física, Matemática, dentre outras, tem que estar no centro do desenvolvimento.
Mas, quando se olha a formação de doutores no Brasil há 10 anos e agora, nas áreas de engenharia e medicina houve uma redução no % de doutores, comparativamente às áreas de ciências essenciais.
Claro que nem todos esses temas serão debatidos nesta conferência, mas é necessário pensar em espaços pra isso.
Outro ponto é que o número de crianças e jovens no Brasil vai começar a reduzir.
Isso já ocorre na Alemanha e o Brasil começa a sofrer esse fenômeno.
Serão cada vez menos jovens para ingressar nas universidades e no mercado, e é preciso melhor aproveitá-los, seja garantindo que os ingressantes cheguem ao fim do curso, seja incentivando cada vez mais a busca por carreiras de ciência e tecnologia.
Nesses dois dias é preciso debater o papel da engenharia no mundo em mudança, questões como a importância do meio ambiente.

Agora a palavra foi passada ao Professor Henrique Rozenfeld que fará a coordenação da primeira mesa:
Na primeira palestra o Prof. Tim McAloone (Univer. Técnica da Dinamarca), que tem trabalhado em Standford, vai trazer exemplos de como temos que colocar a questão da sustentabilidade dentro da engenharia, e como eles tem feito um país como a dinamarca (com 5.5 milhões de habitantes) fazer uma inovação baseada em sustentabilidade.
A segunda palestra será feita pelo Emiliano Barelli (Natura), para falar sobre o que a empresa tem feito no campo da sustentabilidade.

Palavra Tim McAloone:
Não consegui anotar quase nada desta palestra, mas ela foi fantástica e estará disponível no iptv-usp. Vou tentar consegui a apresentação de slides também e ai faço um post só sobre essa apresentação. Abaixo algumas poucas coisas do que consegui anotar:

Ele é professor da área de “Section Eng. Design & Product Development
4 áreas de foco:
- Life cycle thinking
- environmental stewardship
- sustainability …. ?

Ele falou sobre “Eco-Inovação” na cadeia de valor, ele colocou que inovação não se resume a uma cadeira bonitinha, chinelos de borracha de pneu, bicicletas dobráveis e afins, é possível fazer muito mais. Por exemplo:
15% da energia gasta no mundo é de bombas (óleo, água, etc). Se econstruirmos uma tecnologia de bombeamento mais eficiente a redução de gastos de energia seria brutal e faria muita diferença, muito mais do que pequenos produtos.
Outro exemplos: Na dinamarca a bicicleta é muito utilizada. Uma grande inovação foram luzes de bicicleta alimentadas de forma magnética, com imas nas rodas. Eliminamos as pilhas/baterias – e as pessoas nunca ficam sem suas luzes.

A seguir ele colocou um slide que dizia que “Aquecimento global” é “tããããooo” 2009…. mas, mesmo que você não acredite nisso, existem coisas que não podem ser negadas. (ver slide  com a lista)
Baseado nos dados de 1999, em 2050 precisaríamos de 8.5 planetas para absorver o CO2 produzido, 3.5 para o consumo de madeira, 3.5 para aço, dentre outras.

Ele mostrou um slide sobre emissão de CO2 per capta por ano para vários países.
Pensameto: O Brasil é a 5a maior economia do mundo e o 5o maior produtor de co2 do mundo…. a china está em primeiro nas duas listas, e os EUA em segundo nas duas.

Em seguida ele mostrou alguns dados sobre transporte, comparando diversos países.

Em seguida a apresentação se focou em Design, no sentido de “Processos” (e não de desenho), mostrando como eles organizaram o curso de “Design” na Dinamarca, os processos pedagógicos utilizados (focado em atividades práticas locais e em empresas), o estudo do “processo de desenvolvimento” de um produto, considerando toda a cadeia (até o descarte) e por ai vai.

Não anotei nada da palestra do representante da natura que só falou do histórico da empresa e de como eles trabalham.

Após a apresentação do representante da Natura, abriu-se o microfone para perguntas. Não houve muita coisa de diferente do “senso comum”, gostei muito do comentário/crítica à “sustentabilidade” da Natura quando grande parte de seu mercado é baseado em vendedoras independentes, sem nenhum tipo de registro, sem garantias sociais ou coisas do gênero. Outro ponto que foi colocado foi com relação a índices e indicadores de sustentabilidade, da dificuldade em se obter/usar tais dados, em especial no Brasil. Com relação a isso o Tim respondeu que é fundamental utilizarmos tecnologias/softwares/padrões abertos, e que os resultados sejam compartilhados de forma livre! Achei fantástico, parece que na Dinamarca Liberdade não é “discurso de geek”.

Termino expondo a minha enorme insatisfação na forma como inovação é apenas um discurso em nossa Universidade. Fala-se que é necessário inovar, precisamos disso para fazer do Brasil um país melhor e blá blá blá, mas no dia-a-dia a postura nunca é condizente. Eu era um dos poucos discentes presentes, levantei minha mão para fazer uma pergunta e fiquei mais de meia hora esperando. Professores foram passados na frente, profissionais do mercado foram passados na minha frente, outras pessoas foram passadas na minha frente e, no fim das contas, o único discente que expressou vontade em fazer uma pergunta/comentário acabou ficando sem oportunidade. Encerraram  a atividade sem me passar a palavra. Essa é a inovação da USP, “discente não tem espaço, discente não tem o que acrescentar”, “o futuro do nosso país” só terá direito a se manifestar qual não mais puder ser “o futuro”…..

Share

, , , ,

Nenhum comentário.

O caminho da educação no Brasil

No Gravatar

Todos pela educação?

Há algum tempo atrás recebi, por email, a seguinte notícia:

Comissão do Senado retira do MEC responsabilidade pelo ensino superior

Sobre ela, um colega escreveu que “Se o Ministério da Educação fizer a parte dele sem a atribuição do ensino superior,  pra mim ta ótimo.“, e a resposta que dei a ele foi

“Eu discordo de você.
Primeiro porque eu acho que o papel educacional das Universidades é fundamental, e retirá-las do MEC só tende a piorar a situação da educação de nível superior.
Em segundo lugar porque acho difícil pensar numa solução para a educação do Brasil sem que as Universidades façam parte deste processo.
Mudar as atribuições e responsabilidades da “entidade” (ministério) para que ela consiga cumpri-las é, no mínimo, imbecilidade.

Meu colega colocou que, na opinião dele,  “a melhoria da educação no Brasil ainda não precisaria envolver o ensino superior” e que após dar aulas para “adultos e adolescentes que estudaram em um colégio público em um cursinho voluntário“,  ele chegou à conclusão que “o problema não está na minha matéria (álgebra). Está no fato de que, desde quando começaram a frequentar a escola, eles não desenvolveram competencias básicas que são ensinadas para a maioria dos alunos do ensino superior.” Ao questionar a professora particular de inglês dele, que também dá aulas na rede pública, sobre o tema, ela respondeu que “Os alunos de lá não tem o menor interesse, pois sabem que eles vão passar mesmo que não façam nada. Para completar, eles ainda atrapalham muito aqueles que tem interesse, e não posso tomar nenhuma atitude disciplinar contra eles

Este meu colega ainda concluiu:
Concordo com você que, se tudo fosse rosas, deveria se do jeito que você disse, mas não adianta tentar fazer tudo bonitinho se não funciona. Não sei que tipo de implicações políticas essa medida vai ter mas, se for preciso criar o Ministério da Primeira Série do Fundamental ou o Ministério da Interpretação de Texto para que minha professora consiga ensinar seus alunos e, consequentemente, o aproveitamento dos meus aumente, pra mim ta ótimo.

E aqui vem o que me motivou a escrever este post… minha resposta a este último email dele. Vou copiá-la na integra abaixo:

“já dei aulas em cursinhos populares pré-universitários (que são diferentes de pré-vestibulares – mas não vou me alongar nisso) e realmente existe uma enorme falta de bases matemáticas, muito anteriores a “equações de segundo grau”.
Mas não acho que a criação de novos ministérios, especialização de ministérios ou qualquer coisa do gênero seja algo que vá resolver a situação. Enquanto um professor de ensino público (em qualquer nível) não receber uma salário razoável, não vamos ter mudanças de verdade.

Claro que a “aprovação automática” é um absurdo e que deveria acabar ontem. Mas, mesmo antes dela, tínhamos problemas. E isso passa pelo fato de um professor da rede pública ter que dar aula em 3 escolas em locais distantes umas das outras, ganhando muito pouco e, por exemplo, não sendo remunerado por tempo com preparação de aulas e provas, correção de provas e exercícios e por ai vai.
Certamente os professores deveriam ser remunerado por, pelo menos, o dobro do horário de aulas que eles dão. E estou sendo bonzinho com o “pelo menos”. Numa turma de 50 alunos que eu tinha e que eu passei uma atividade (SIMPLES!) dissertativa, gastei um fim de semana todo só pra corrigir. Isso sem considerar o tempo de preparar a prova.
Por isso sou totalmente favorável à campanha “10% do PIB para Educação” (campanha encabeçada pelo psol no legislativo). Eu acho que esse aumento é um primeiro passo muito mais efetivo do que a criação de qualquer “ministério”.
E o mesmo vale para as Universidade Públicas. Se não garantirmos que um docente pode ganhar um salário razoável (em função de seu conhecimento, sua capacidade de produção e etc), e que sua atuação enquanto docente (e não pesquisador) é algo de suma importância e isso ser levado em consideração (hoje não é), nosso ensino superior continuará sendo de terceiro mundo, e rankings que colocam a USP como “melhor da AL” são muitíssimos vazios.
Se os professores do ensino público fundamental/médio fossem recebessem o tratamento que recebem os docentes universitários já seria um grande avanço….
Existem várias outras coisas a se levar em consideração como, por exemplo, a quantidade de estudantes numa sala de aula com relação ao número de “educadores” (profess@r + assistente(s)).
Por fim, há só mais uma questão relativa à mudança proposta. E os cursos não são tecnológicos/mercadológicos? O que vão fazer dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia? Ensino Superior se resume apenas a produção tecnológica? Como ficam os cursos de Pedagogia, História, Matemática, Física, etc? O MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) é que vai legislar sobre como devem ser os professores de Ensino Médio/Fundamental?…….

E vocês, o que acham?

Share

, , , , , , , , ,

Nenhum comentário.

Consulta Pública do Guia de Abertura de Dados da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos – INDA

No Gravatar

Foi lançada a Consulta Pública do Guia de Abertura de Dados pelo Ministério do Planejamento, Gestão e Orçamento do Governo Federal. Esta consulta está sendo capitaneada pela SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação), por meio do GT INDA (Infraestrutura Nacional de Dados Abertos).

Para facilitar o processo de contribuição coloquei no ar uma plataforma de discussão coletiva de textos, baseada em wordpress.
A proposta é concentrar as colaborações (e o debate) nesta plataforma para, em seguida, enviar uma colaboração da sociedade à Consulta Pública. Faça sua parte, participe! O texto não é grande!

 

Segue abaixo a mensagem encaminhada pelo Time de Dados Abertos:

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos, disponibilizou para consulta pública o documento “Guia de Abertura de Dados” no portal do Governo Eletrônico:
https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/item.do?acao=exibir&idConsulta=93&id=588.

O objetivo do guia é orientar o processo de publicação de dados abertos para todas as organizações interessadas em abrir seus dados, abordando alguns aspectos gerenciais e técnicos.

Geramos uma versão inicial e agora convidamos todos a compartilhar sua visão no documento.

A consulta pública está aberta de 01/09/2011 até 30/09/2011 às 23:59.


Sobre o a INDA e o GT INDA

O que é a INDA:
A Infraestrutura Nacional de Dados Abertos é um conjunto de padrões, tecnologias, procedimentos e mecanismos de controle necessários para atender às condições de disseminação e compartilhamento de dados e informações públicas no modelo de Dados Abertos, em conformidade com o disposto na e-PING.

O Grupo de Trabalho de desenvolvimento e planejamento INDA
O GT INDA é aberto à participação de qualquer pessoa interessada e possui 4 subgrupos:

  1. GT1 – Gestão e normativo
  2. GT2 – Avaliação continuada de informação disseminada
  3. GT3 – Tecnologia
  4. GT4 – Modelagem, Metadados, Dados e padrões

Para participar basta entrar em um dos grupos: http://wiki.gtinda.ibge.gov.br/Como-Participar-da-INDA.ashx?Code=1

Share

Nenhum comentário.

Resposta ao artigo “Dez duras verdades sobre o HTML5″

No Gravatar

Minha “resposta” ou “análise” sobre o artigo “Dez duras verdades sobre o HTML5

—————————————————————————————————————–

Bem, eu não me lembro de alguém ter dito que o HTML5 é a solução de todos os problemas e que ele é o “nirvana” da internet. Mas sim que ele é uma grande evolução e traz muitos novos recursos e melhorias.

Já no primeiro ponto o autor fala uma enorme besteira (ou foi um problema gravíssimo de tradução). O título do item diz que existe um problema de segurança, o que dá uma impressão de que  existe um sério problema de segurança no padrão. Mas não é isso que ele desenvolve durante o parágrafo. Afinal, de tudo que ele escreveu ali nada mostra que a segurança do usuário ou do servidor estão vulneráveis.

Com relação ao Storage, primeiro que acho que são 4Mb, e não 4Gb não?!….
Em segundo lugar, a função da API Storage não é ajudar o usuário a fazer download de arquivos para serem “abertos em outros lugares”. A crítica feita por ele é completamente sem noção, ele realmente não entendeu a proposta….

No terceiro parágrafo ele fala dos “dados locais”, criticando que os usuários podem ter acesso a modificá-los.
Faz todo sentido. Afinal, o computador é do usuário, ele tem todo direito de editar as informações dele que estão no computador dele. Criticar isso é querer que os desenvolvedores tenham poder sobre as máquinas dos usuários – isso sim seria uma falha de segurança.
Além disso, cabe as desenvolvedores fazer rotinas de verificação das informações para saber se algo foi modificado localmente ou não.

No quarto parágrafo ele coloca como se o storage+offline fossem servir para que o usuário faça coisas mirabolantes, para que o usuário possa usar 10 conexões em 10 aparelhos distintos ao mesmo tempo.  A proposta não é essa, storage+offline não servem para substituir ferramentas como o GIT, SVN e afins.

O problema de armazenamento de dados “na nuvem” (ele não entende direito o conceito de “nuvem”, mas ok) não diz respeito ao HTML5, é um problema estrutural de armazenamento de dados em serviços e recursos que não são controlados “por você” (usuário).
É quase como querer dizer que alguém pode chutar a tomada do seu computador e que isso é culpa do HTML5. Se não quer correr o risco de perder seus dados/arquivos, tenha uma cópia local sob seu controle – e mesmo assim ainda existe o risco inerente da tecnologia.

No sexto item ele faz uma crítica ridícula, que nada tem a ver com o HTML5. Se a pessoa não quer / não está satisfeita com o serviço, basta se descadastrar. Ninguém é obrigado a aderir ao “Google+” ou ao “Facebook”.

Item 7. Não entendi direito a crítica…. eu achei que ele falou, falou, e não disse nada.

O item 8 é um problema de escolha de formatos proprietários. Se/quando for feita a opção por padrões abertos de áudio e vídeo, isso se resolve. E o problema não é do HTML5, então não faz sentido citá-lo num artigo de crítica ao html5.

Novamente, no item 9, ele quer criticar o html5 por um “erro” que não é dele. Além disso, há de se considerar que o padrão ainda nem está pronto, e que os navegadores ainda estão implementando os recursos. A coisa ainda está evoluindo e, como em qualquer tecnologia sobre desenvolvimento, leva tempo.

O que foi esse item 10? Propaganda da microsoft?…. Ridículo. A pior implementação de padrões. Além disso, os desenvolvedores – em teoria – devem se preocupar em desenvolver de acordo com os padrões, e não com a implementação pessoal que cada navegador faz.

Enfim, achei o artigo MUITO FRACO.

Share

Nenhum comentário.

Projeto LobbyPublico – Proposta para o Microbolsas Hacker [2a. chamada]

No Gravatar

Olá Pessoal,

aqui estou eu (Diego R.) falando novamente sobre um projeto da/para a comunidade THacker que pode ajudar a mudar o Brasil. Participei do primeiro THackDay Brasil e venho acompanhando (de muito perto) a comunidade desde então. Além de ter participado em alguns eventos como o Fórum da Cultura Digital do Brasil, também ajudei a organizar algumas atividades como o Transparência HackDay Moradia (posts abaixo) – aliás, projeto esse que pretendo desenvolver melhor durante este ano, fiquem de olho e, caso queiram participar, sintam-se à vontade para me contatar.

O que pretendo fazer? Pretendo utilizar a aplicação do “LittleSis” para desenvolver um projeto Brasuca que objetiva clarificar e expor as relações entre os políticos e entre políticos e empresários/sociedade geral. Porque fazer isso? Para poder escancarar as relações entre as pessoas e conhecermos melhor como funciona as influências sobre nossos políticos, para que o “Lobby” (que não é algo ruim por princípio) possa ser feito de forma mais clara e honesta e que nós saibamos com quem nossos representantes andam e quais interesses eles defendem.

Só pra exemplificar, a primeira pessoa sobre quem eu trabalharia para tentar descobrir as relações é a atual ministra da cultura, Ana de Holanda, que parecer ter muitas relações e defender os interesses do ECAD.

O projeto, por enquanto, consiste em duas etapas:

A primeira delas é pegar o código do littlesis (código livre!), traduzi-lo para nosso idioma, disponibilizar o site na web e começar a colocar informações – como disse acima, pegaria, como exemplo primeiro, a atual ministra da cultura.

A segunda etapa seria começar o desenvolvimento de uma API para scrapps. A ideia é que as pessoas pudessem desenvolver scrappers que busquem informações e relacionamentos na internet – jornais, revistas, sites da câmara, senado, assembléias, etc; e adicionem-os automaticamente no site – claro que seria previsto um sistema de “verificação” das informações.

Qual o retorno para a comunidade THacker?

O retorno é que a comunidade THacker poderia ter mais clareza da relações políticas e das relações de poder estabelecidas junto a nossos políticos. Isso traria novos projetos e ideias para serem trabalhadas utilizando dados públicos (disponíveis ou não, o que requeriria a solicitação dos mesmos) baseados nessas relações de poder. Seria muito bom para ajudar a dar foco em quais análises e scraps e hacks poderiam e precisam ser feitos.

Além disso, também contribuiria para a comunidade fazer pressão para projetos de lei que são de nosso interesse, como o projeto de lei de acesso à informação pública, ou mesmo futuros projetos de lei que regulamentem o acesso à informação em outros níveis como Estados e Municípios.

E acima de tudo, toda a sociedade brasileira será beneficiada já que relações excusas e obscuras seriam mais difíceis, teremos um estado mais transparente e poderemos então brigar por melhorias reais e efetivas para todos, da comunidade THacker ou não!

Enfim, essa é a minha ideia. Tenho em mente mais uma ou duas (da comunidade) pessoas para me ajudarem nesse primeiro start do projeto, e pretendo compartilhar a bolsa com eles. Não necessariamente as duas pessoas serão para ajudar com programação, também tenho em mente a importância de se ter um processo bem documentado e textos bem claros explicando o projeto, como participar e a importância do projeto para que consigamos cada vez mais colaboradores – que não precisam ser pessoas da área de TI.

Abraços

Share

, , ,

Nenhum comentário.

Está acabando!

No Gravatar

Um post rapidinho!!….

Bem, o semestre está terminando…. assim que passarem as últimas provas ainda terei muito o que fazer neste ano: Trabalho da Orientação Pedagógica (Sistema de Avaliação de Ensino), finalizar o Portal de Dados Abertos da Cultura no Brasil, Reformulação do BigHead, dar um “tapa” na rede do Escritório Piloto (nas máquinas na verdade), enfim… muitas coisas em vista antes do fim do ano.

Além dessas, tenho vários posts adormecidos aqui pro blog, alguns farei para este ano, outros só 2011 (mas ainda no primeiro mês!):

  • Boas Práticas ao Enviar Emails
  • Carta ao Dept. Régis de Oliveira
  • O Estadão e o boicote à diversidade
  • Deputados Eleitos em São Paulo
  • Sobre o direito do acesso à informação
  • As fundações privadas e a Universidade

Enfim… muitas coisas por vir…. hehehe

Sem falar do Post do fim de ano e da virada….

Bem, voltando aos estudos!

Fui!

Share

Nenhum comentário.

SetTextSize SetPageWidth

Licença Creative Commons
O Conteúdo deste Blog está licenciado sob a licença
Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0 Brasil.