Dica de Filme – 01 – Ray

Bem, vou tentar começar a postar dicas de filmes… hehehe… esse vai ser o primeiro.
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Com uma atuação simplesmente espetacular Jamie Fox (Ray Charles) traz à tela grande parte da trajetória de vida de um dos maiores músicos da história. É um filme que coloca o expectador dentro da história, com auxílio uma fotografia primorosa, de muita qualidade no áudio e com uma direção digna da figura lendária que Ray Charles representa.
O filme mostra como Ray, negro e cego desde os 7 anos, consegue conquistar seu espaço num mundo tomado pelo preconceito e pelo racismo (à época a segregação racial nos EUA era gritante, como mostra muito bem o filme).
Mostra também o lado negro do showbusiness, no qual muitas pessoas se perdem nas drogas (mas também que, com muita força de vontade é possível deixá-las), mostra o envolvimento com outras mulheres fora do casamento, e também como muitas vezes a fama e o dinheiro podem abalar amizades de longa data.
Bem, o filme realmente vale à pena, recomendo a todos! (De preferência numa sala com um bom sistema de som! rs).

Beijos e Abraços.

Links:
Soul Music
Rhythm and blues – R&B
Ray – The Movie
Gospel
Ray Charles (wikipedia)

Ray Charles (Albany, 23 de Setembro de 1930 — Los Angeles, 10 de Junho de 2004) foi um pianista pioneiro e cantor de música soul que ajudou a definir o seu formato ainda no fim dos anos 50, além de um inovador interpréte de R&B. Seu nome de nascimento era Raymond Charles Robinson, mas ele encurtou-o quando entrou na indústria do entretenimento para evitar confusão com o famoso boxeador Sugar Ray Robinson. Considerado um dos maiores gênios da música negra americana, Ray Charles também foi um dos responsáveis pela introdução de ritmo gospel nas músicas de R&B.

Cego aos sete anos de idade em razão de um glaucoma e órfão na adolescência, Ray Charles iniciou sua carreira tocando piano e cantando em grupos de gospel, no final dos anos 40. A princípio influenciado por Nat King Cole, trocou o gospel por baladas profanas e, após assinar com a Atlantic Records em 1952, enveredou pelo R & B. Quando o rock & roll estourou com Elvis Presley em 1955, e cantores negros como Chuck Berry e Little Richard foram promovidos, Ray Charles aproveitou o espaço aberto na mídia e lançou sucessos como “I got woman” (gravada depois por Elvis), “Talkin about you”, “What I’d say”, “Litle girl of Mine” ,”Hit The Road Jack”, entre outros, reunindo elementos de R & B e gospel nas músicas de uma forma que abriram caminho para a soul music dos anos 60, e tornando-o um astro reverenciado do pop negro.

A partir de então, embora sempre ligado ao soul, não se ateve a nenhum gênero musical negro específico: flertou com o jazz, gravou baladas românticas chorosas e standards da canção americana. Entre seus sucessos históricos desta fase estão canções como “Unchain my heart”, “Ruby”, “Cry me a river”, “Georgia on my mind” e baladas country tais como “Sweet memories”, e seu maior sucesso comercial, “I can’t stop loving you”, de 1962. Apesar de problemas com drogas que lhe prejudicaram a carreira, as interpretações de Ray Charles sempre foram apreciadas, não importando as músicas que cantasse. Uma “aura” de genialidade reconhecida acompanhou-o até o fim da vida e mais do que nos últimos álbuns que gravou, era nas suas apresentações ao vivo que o seu talento único podia ser apreciado.

Um notório mulherengo, Ray Charles casou-se duas vezes e foi pai de doze crianças com sete diferentes mulheres. Sua primeira esposa foi Eileen Williams (casado em 1951, divorciado em 1952) deu-lhe um filho. Outros três filhos são de seu segundo casamento, em 1955, com Della Beatrice Howard (divorciaram-se em 1977).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ray_Charles
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