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Eu Não Existo Sem Você
Posted by diraol in Fotografia, Hobbies, Músicas, Pessoal on 01/12/2011
Oswaldo Montenegro
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Resposta ao artigo “Dez duras verdades sobre o HTML5″
Posted by diraol in Tecnologia on 17/08/2011
Minha “resposta” ou “análise” sobre o artigo “Dez duras verdades sobre o HTML5”
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Bem, eu não me lembro de alguém ter dito que o HTML5 é a solução de todos os problemas e que ele é o “nirvana” da internet. Mas sim que ele é uma grande evolução e traz muitos novos recursos e melhorias.
Já no primeiro ponto o autor fala uma enorme besteira (ou foi um problema gravíssimo de tradução). O título do item diz que existe um problema de segurança, o que dá uma impressão de que existe um sério problema de segurança no padrão. Mas não é isso que ele desenvolve durante o parágrafo. Afinal, de tudo que ele escreveu ali nada mostra que a segurança do usuário ou do servidor estão vulneráveis.
Com relação ao Storage, primeiro que acho que são 4Mb, e não 4Gb não?!….
Em segundo lugar, a função da API Storage não é ajudar o usuário a fazer download de arquivos para serem “abertos em outros lugares”. A crítica feita por ele é completamente sem noção, ele realmente não entendeu a proposta….
No terceiro parágrafo ele fala dos “dados locais”, criticando que os usuários podem ter acesso a modificá-los.
Faz todo sentido. Afinal, o computador é do usuário, ele tem todo direito de editar as informações dele que estão no computador dele. Criticar isso é querer que os desenvolvedores tenham poder sobre as máquinas dos usuários – isso sim seria uma falha de segurança.
Além disso, cabe as desenvolvedores fazer rotinas de verificação das informações para saber se algo foi modificado localmente ou não.
No quarto parágrafo ele coloca como se o storage+offline fossem servir para que o usuário faça coisas mirabolantes, para que o usuário possa usar 10 conexões em 10 aparelhos distintos ao mesmo tempo. A proposta não é essa, storage+offline não servem para substituir ferramentas como o GIT, SVN e afins.
O problema de armazenamento de dados “na nuvem” (ele não entende direito o conceito de “nuvem”, mas ok) não diz respeito ao HTML5, é um problema estrutural de armazenamento de dados em serviços e recursos que não são controlados “por você” (usuário).
É quase como querer dizer que alguém pode chutar a tomada do seu computador e que isso é culpa do HTML5. Se não quer correr o risco de perder seus dados/arquivos, tenha uma cópia local sob seu controle – e mesmo assim ainda existe o risco inerente da tecnologia.
No sexto item ele faz uma crítica ridícula, que nada tem a ver com o HTML5. Se a pessoa não quer / não está satisfeita com o serviço, basta se descadastrar. Ninguém é obrigado a aderir ao “Google+” ou ao “Facebook”.
Item 7. Não entendi direito a crítica…. eu achei que ele falou, falou, e não disse nada.
O item 8 é um problema de escolha de formatos proprietários. Se/quando for feita a opção por padrões abertos de áudio e vídeo, isso se resolve. E o problema não é do HTML5, então não faz sentido citá-lo num artigo de crítica ao html5.
Novamente, no item 9, ele quer criticar o html5 por um “erro” que não é dele. Além disso, há de se considerar que o padrão ainda nem está pronto, e que os navegadores ainda estão implementando os recursos. A coisa ainda está evoluindo e, como em qualquer tecnologia sobre desenvolvimento, leva tempo.
O que foi esse item 10? Propaganda da microsoft?…. Ridículo. A pior implementação de padrões. Além disso, os desenvolvedores – em teoria – devem se preocupar em desenvolver de acordo com os padrões, e não com a implementação pessoal que cada navegador faz.
Enfim, achei o artigo MUITO FRACO.
Debate: Software Livre e Políticas Públicas
Tecnologias livres estão diretamente ligadas à qualidade da educação, ao desenvolvimento da ciência e à soberania nacional.
Em tempos de eleição, nada melhor do que convocar representantes dos principais partidos políticos do Brasil para se discutir propostas que incentivem o uso e o desenvolvimento de software livre no país. Por isso mesmo, a Quinta-Livre estará promovendo um debate que suscitará uma discussão sobre o tema. A ideia é promover um evento fora dos padrões normativos e desgastados da mídia televisiva. Se você se interessa pelo tema, não deixe de comparecer.
ESTÃO TODOS CONVIDADOS.
O tema básico é “Software Livre e Políticas Públicas”, discutidos do ponto de vista social: tanto as políticas públicas podem acelerar o uso e o desenvolvimento do Software Livre, como o contrário também nos parece válido.
A lista de participantes será divulgada no início da semana, assim que os últimos nomes forem confirmados. Confira os nomes dos participantes clicando aqui.
Data e hora:
23 de SETEMBRO de 2010 (é uma quinta-feira) às 19:30.
Local:
Auditório da Escola de Aplicação, Faculdade de Educação, USP-SP (Cidade Universitária do Butantã)
Mensagem ao Candidado Paulo Teixeira
Posted by diraol in Política, Tecnologia, ThackDay on 01/09/2010
Na busca por um candidato a Dep. Federal, acabei por entrar no site[1] do Candidato Paulo Teixeira, que tem como uma de suas grandes temáticas a questão do Software Livre.
Porém o mesmo cometeu um grande erro ao utilizar em partes de seu site, em especial na parte sobre “inclusão digital”, a tecnologia proprietária Adobe Flash.
Em função disso tomei a liberdade de utilizar o “Fale Conosco” do site e enviar a mensagem abaixo ao candidato. Caso eu receba alguma resposta publicarei a mesma aqui.
Caros Paulo Teixeira e responsáveis pelo site e pela campanha.
Gostaria de utilizar este espaço de contato para fazer uma crítica.
Vejo que boa parte da atuação do candidato se relaciona diretamente com as ideologias do software livre, conhecimento livre, cultura livre e temas afins. Por repetidas vezes o candidato destaca que o software livre é ‘o caminho para livrar das multinacionais estrangeiras e ampliar a autonomia tecnológica do país’.
Porém vosso site contrasta diretamente com este discurso. A utilização de tecnologias proprietárias em seu site é preocupante, em especial na área “Inclusão Digital”. É impossível falarmos em inclusão digital utilizando tecnologias proprietárias e, em especial, a tecnologia proprietária da multinacional estrangeira Adobe chamada “Flash”. Este formato, proprietário, obriga que as pessoas que queiram ter acesso ao conteúdo tenham que se sujeitar a utilizar programas proprietários em seus computadores. Além disso, este tipo de tecnologia inviabiliza radicalmente o acesso a deficientes que necessitam de programas especiais, como leitores de tela por exemplo.
Dessa forma, faço duas sugestões.
1) Que seu site seja reformulado baseado nos princípios de utilização exclusiva de padrões abertos e que não seja feito o uso de nenhuma ferramenta proprietária. A utilização do novo padrão HTML5, integrado ao padrão aberto SVG já permite a substituição do Flash. http://html5gallery.com/
2) Que você e seus desenvolvedores passem a utilizar um sistema operacional livre (considerando ai a não utilização de softwares proprietários dentro do sistema operacional, como, por exemplo, o plugin “flashplayer-nonfree”). Isso pode ajudar no processo de abandonar os softwares e formatos proprietários.
Atenciosamente,
Diego Rabatone Oliveira
Vamos ver….
==== Atualizando 07-09-2010 – 15h44m ====
Recebi a resposta do Sergio Amadeu (comentário abaixo no post), e respondi com o seguinte email:
Olá Sergio Amadeu,
tudo bem com você?
Então, a possibilidade mais interessante do posto de vista de recurso tecnológico seria utilizar, dentro das especificações do HTML5, o padrão SVG (ou Canvas) aliado a um pouco de JavaScript.
Porém, dentro das especificações HTML5 que já começaram a ser implementadas nos navegadores, o SVG ainda não está tão bem difundido (tanto firefox 3.* quanto internet explorer não possuem suporte ao SVG ainda).
Então uma alternativa que eu encontrei seria utilizar um plugin do wordpress chamado “JSXGraph – Graphics with JavaScript“.
No link abaixo tem alguns exemplos:
http://jsxgraph.uni-bayreuth.de/wp/examples/
Acho que pode ser uma alternativa interessante. Não sei exatamente no que vocês estavam pensando, mas acho que dá pra fazer muita coisa legal.
Entendo das dificuldades de se utilizar apenas SL, eu mesmo tenho grandes dificuldades, em especial na faculdade (curso engenharia), mas às vezes precisamos fazer algumas escolhas. Espero poder contribuir para que vocês consigam fazer mais uma escolha em favor do Software Livre.
Claro que nem sempre as escolhas estão em nossas mãos como, por exemplo, no uso de “ferramentas” como twitter, orkut e facebook para divulgação e aproximação com a população, mas a escolha de não usar IPhone depende apenas de nós! =)
Gostaria apenas de colocar mais uma questão, levantada por um amigo meu num comentário em meu blog. Um tema fundamental a ser tratado é o de Dados Abertos Governamentais, não vi ainda se vocês possuem propostas neste sentido, mas sei que conhecem do tema.
Inclusive estive no CONSEGI, mas não pude acompanhar sua palestra, Sergio, pois estava numa oficina.
Agradeço a resposta e parabenizo-os pela abertura a novas ideias.
Abraços,
Sensibilidade ISO
Posted by diraol in Fotografia on 02/12/2009
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Uma amiga (Karina) me perguntou sobre sensibilidade ISO em máquinas fotográficas digitais…. escrevi o email abaixo, achei que ficou legal o resuminho (bem resumo), e decidi postar aqui.
Se tiver algum erro teórico, por favor, me avisem para que eu aprenda e corrija! |
Fazendo um resumo simplificado e rápido do que eu entendi….
O IE (índice de exposição) nas máquinas digitais é o equivalente ao ISO. Mas em geral chamam tudo de ISO mesmo…
Ele é uma medida da sensibilidade do filme (no caso “analógico”).
O senso das máquinas digitais funciona de forma discreta (matematicamente falando). Têm-se milhões de pontos foto-sensíveis (pixels do sensor) que recebem a luz e armazenam uma carga elétrica referente à intensidade de luz que receberam. Depois disso, essa informação elétrica analógica (A) é transformada em um sinal digital (D). Nesse processo A/D ocorre uma integração numérica, que vai estimar quais seriam as cores dos “pixels intermediários”, que não existem, ou algo assim.
Nas digitais, quando se aumenta o ISO, quer-se dizer que a intensidade luminosa que atinge os pixels do senso é menor, e, por isso, o equipamento deverá aumentar artificialmente a intensidade do sinal recebida. Nesse aumento é que perde-se qualidade e gera-se o ruído.
Outros pontos a serem considerados no quesito “ruído” é o “pixel density” (densidade de pixel do sensor), que pode ser visto nos dois links abaixo, e qualidade das lentes.
http://www.meiobit.com/forum/diversos/fotografia-digital/densidade-de-pixels
http://www.forumpcs.com.br/review.php?r=74601
Agora um resumo do artigo da Wikipedia sobre ISO
“Em fotografia, sensibilidade ISO é a medida da sensibilidade de superfícies sensíveis à luz (filme fotográfico ou sensor de imagem). Também é conhecido como velocidade ISO ou, em inglês, ISO speed.”
“Fisicamente, se define a sensibilidade ISO como a inversa da entrada necessária para obter uma resposta predeterminada em um sistema.
Na fotografia tradicional, a entrada é a iluminância e a saída é o enegrecimento ou a densidade obtida no filme. A sensibilidade fotográfica, portanto, pode definir-se como a inversa da exposição necessária para obter uma densidade predeterminada. No negativo preto e branco, a sensibilidade nominal do filme é estabelecida a partir de um nível de densidade fundamental fixado em 0,1 unidade de densidade acima da densidade mínima ou do limiar para uma gradação mais uniforme da escala.
A equiparação de sensibilidade de uma película fotográfica com a da superfície fotossensível de um sensor de imagem se dá pela avaliação dos efeitos da iluminância sobre a imagem de saída.”
“Índice de exposição (EI)
Um dos conceitos da norma é o índice de exposição (ou, em inglês, exposure index).
É o equivalente digital da sensibilidade ISO e próprio de câmeras digitais que contam com um circuito eletrônico que controla a amplitude do sinal elétrico gerado no sensor de imagem e permitem ajustar a amplitude deste sinal para múltiplos patamares de sensibilidade padronizados pela ISO.
A maior parte das câmeras digitais expressa seu índice de exposição em múltiplos valores ISO, p. ex.: ISO 50, 100, 200 e 400.
Granulação e ruído eletrônico
Quanto maior a granularidade, maior a sensibilidade da película fotográfica. Na eletrônica, ocorre o recíproco: quanto maior a amplitude do sinal, maior o ruído. O ruído ainda sofre interferência do circuito A/D-converter que converte os sinais provenientes do sensor de imagem para o formato JPEG. Ainda assim, é válido dizer que quanto maior o ruído maior a sensibilidade.
O ruído eletrônico, assim como a granulação, é avaliado observando-se a imagem saída em sRGB (ou convertida para saída neste formato) e ampliada para uma densidade linear de 70 pixel por cm (180 dpi) para ser visto a 25 cm de distância. Há dois padrões de qualidade de imagem para julgamento: a 40:1 (qualidade de imagem excelente) e a 10:1 (qualidade de imagem aceitável).
Imagem de saída
A imagem de saída padrão para avaliação deve estar em cores sRGB que é característico das imagens JPEG de câmeras digitais compactas. Deve também ter sido exposta por um EI sem compensação de valor de exposição (EV).
A especificação de saída padrão (SOS) é uma técnica de especificação para câmeras com imagens de saída em formato JPEG. O SOS veda o uso de medição multi-zona na captura da imagem e especifica que O brilho médio da imagem de saída deve ser de 18%.
Outra técnica de especificação é chamada de técnica baseada na saturação para câmeras que arquivam imagens em formato TIFF. A mensuração da imagem é feita de modo convencional, mas a exposição é corrigida por um coeficiente que leva a imagem de saída a apresentar um brilho médio de 12,7%. Esta técnica produz uma leitura efetiva meio ponto menor que o SOS (a imagem é mais escura).
Consistência da equivalência ISO
A sensibilidade ISO equivalente procura satisfazer a estas e outras condições de modo a parecer consistente para o fotógrafo usar uma câmera digital como uma câmera tradicional.
Os sensores de imagem das câmeras digitais são sensíveis à luz de modo aparentemente igual à película fotográfica, captando a luz continuamente e armazenando carga elétrica cumulativamente[3].
A exposição do sensor de imagem é controlada por um “obturador eletrônico” que controla o tempo de integração que nada mais é do que o período de tempo que o sensor permanece armazenando luz que formará a imagem.
A sensibilidade do sensor de imagem é arbitrária, resulta da maior ou menor intensificação do sinal integrado antes da conversão para digital e/ou da multiplicação do sinal convertido para digital, limitado pela crescente interferência de ruídos eletrônicos quando há aumento do ganho de integração. Valores frequentes de sensibilidade estão compreendidos entre ISO 100 e 1600.
A vocação do ganho de sensibilidade é a fotografia sob condições de luz desfavoráveis, assim sendo, o tempo de exposição costuma ser estendido ao ponto de ser possível obter fotos ao luar, o que se consegue com o auxílio de circuitos redutores de ruído externos ao sensor de imagem.”
obs.: “Por convenção, a fotografia digital usa a mesma escala de sensibilidade da fotografia tradicional, embora o sensor de imagem da câmera digital responda reagindo de modo diferente da película fotográfica.”
Pôr do Sol – Jardim Botânico
Posted by diraol in Fotografia, Pessoal on 27/06/2009

Acompanhado de uma pessoa maravilhosa!!
Tipo de imagem: RAW (Formato de imagem RAW)
Largura: 3008 pixels
Altura: 2000 pixels
Modelo da câmera: NIKON D40
Data da foto: 2009:06:11 17:35:13
Tempo de exposição: 1/124 seg.
Taxa de velocidade ISO: 720
Distância focal: 55,0 mm
FINALMENTE!! COMPREI!!! =)
Posted by diraol in Conquistas, Fotografia on 13/03/2009
Finalmente tenho uma DSLR!!!! =D Suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuper Feliz… rs…
Quero agradecer muito a você, Haydée, que me deu muita força pra correr atrás desse sonho!
TE AMO!!!
Sociedade X Microsoft
Posted by diraol in Tecnologia on 28/01/2009
Segue abaixo um email que escrevi sobre a questão de a Microsoft tentar forçar um segundo “padrão” para formatos de arquivo de Escritório. Escrevi isso em meados de 2008, portanto cuidado com as referências temporais! rs…
Tentativa “rápida” de explicar o contexto:
Na informática, dentro do campo dos documentos de escritório (textos, planilhas, etc) a ISO certificou o ODF como formato padrão (Maio/2006).
Há uma ano atrás (2007) a micro$oft lançou o OOXML como formato padrão do Office 2007 (para o word, por exemplo, é o “.docx”). Vale o comentário de que os arquivos criados no padrão do Office 2007 NÃO abrem em nenhuma outra versão do Office e nem em outras suites de escritório. Hoje já existem alguns patches (correções e/ou alterações) que podem ser instalados que fazem com que outras suítes abram tal formato, mas é algo bem precário e deficiente. Além disso, nenhuma versão do Microsoft Office abre os arquivos ODF (padrão ISO).
Assim que lançou o formato (OOXML), a micro$oft entrou com um pedido na ISO de reconhecimento do OOXML como padrão internacional (sim, a proposta deles é que se tenham dois padrões para a mesma coisa).
Na primeira reunião da ISO o padrão da Micro$oft foi aprovado – na primeira parte do processo, mas ocorreram várias denúncias com relação às pessoas (representantes de vários países) presentes na reunião. As notícias abaixo explicam um pouco melhor a situação.
Notícia 1 – Voto dinamarquês aprovando o Office Open XML da Microsoft é questionado por membro do comitê técnico
Notícia 2 – Noruega pede para suspender seu voto ‘Sim’ ao padrão Open XML
Notícia 3 – Fundação Ubuntu (Shuttleworth) reforça apelo da África do Sul contra o OOXML na ISO
Outras Notícias
Bem, algumas considerações:
- O padrão proposto pela micro$oft não está “fechado/redondo”, eles fizeram alterações e reformulações desde que entraram com o pedido de reconhecimento de padrão.
- A micro$oft, como já dito, quer que hajam dois padrões internacionais para um mesmo tipo de documento.
- O formato proposto pela micro$oft não é um “padrão livre” (não sei se esse é o termo mais correto), ou seja, as especificações podem até estar disponíveis, mas para utilizá-las, até aonde eu sei, deverão ser pagos royaltes, enquanto o formato ODF é um padrão totalmente aberto e livre, qualquer pessoa pode ver e utilizá-lo.
Para mais informações e considerações (muito mais refinadas e detalhadas do que estas que eu coloquei), vejam o site abaixo do Gpopai (grupo da USP que discute Políticas Públicas para o Livre Acesso à Informação):
http://www.gpopai.usp.br/wiki/index.php/Pesquisa_pessoalGlossário:
ISO – International Organization for Standardization – Organização que certifica e diz quais são os padrões mundiais, seja um formato de arquivo digital, seja um padrão de qualidade para engenharia civil, e etc.
http://www.iso.org/iso/iso_catalogue.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/ISOODF – OASIS Open Document Format for Office Applications (ou, simplificando, Open Document Format) – Padrão aberto para documentos digitais de escritório já reconhecido e certificado pela ISO – padrão utilizado, inclusive, no OpenOffice (ferramenta de escritório aberta (e gratúita) concorrente do Microsoft Office).
http://www.oasis-open.org/committees/office/
http://br.odfalliance.org/ – ODF Aliance no Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/ODFOOXML – Office Open XML – Formato de documento digital de escritório criado pela Microsoft.
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/aa338205.aspx
http://en.wikipedia.org/wiki/Ecma_Office_Open_XMLXML - eXtensible Markup Language – É uma linguagem padrão para WEB, certificada pela W3C, de hierarquia de informações.
http://www.xml.org/
http://www.w3.org/XML/
http://pt.wikipedia.org/wiki/XMLW3C - World Wide Web Consortium – Consórcio mundial de empresas que cria/certifica padrões de criação / interpretação de conteúdos para a WEB.
http://www.w3.org/
http://pt.wikipedia.org/wiki/W3CNotícias
Notícia 1:
http://computerworld.uol.com.br/infra_estrutura/2008/05/16/voto-dinamarques-aprovando-o-office-open-xml-da-microsoft-e-questionado-por-membro-do-comite-tecnico/
Notícia 2:
http://computerworld.uol.com.br/mercado/2008/04/02/noruega-pede-para-suspender-seu-voto-sim-ao-padrao-open-xml/
Notícia 3:
http://www.gremio.poli.usp.br/diraol/ooxml1.html
Outras Notícias:
http://www.gpopai.usp.br/wiki/index.php/Sobre_o_ODF
Metade
Oswaldo Montenegro
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
I’ve never felt this healthy before
Head Over Feet
Alanis MorissetteI had no choice but to hear you
You stated your case time and again
I thought about itYou treat me like I’m a princess
I’m not used to liking that
You ask how my day wasYou’ve already won me over in spite of me
And don’t be alarmed if I fall head over feet
Don’t be surprised if I love you for all that you are
I couldn’t help it
It’s all your faultYour love is thick and it swallowed me whole
You’re so much braver than I gave you credit for
That’s not lip serviceYou’ve already won me over in spite of me
And don’t be alarmed if I fall head over feet
Don’t be surprised if I love you for all that you are
I couldn’t help it
It’s all your faultYou are the bearer of unconditional things
You held your breath and the door for me
Thanks for your patienceYou’re the best listener that I’ve ever met
You’re my best friend
Best friend with benefits
What took me so longI’ve never felt this healthy before
I’ve never wanted something rational
I am aware now
I am aware nowYou’ve already won me over in spite of me
And don’t be alarmed if I fall head over feet
Don’t be surprised if I love you for all that you are
I couldn’t help it
It’s all your fault




